22 maio 2017

Resenha: A Rainha Vermelha - Victoria Aveyard


Editora: Seguinte
Autor(a): Victoria Aveyard
Título Original: Red Queen
Série: A Rainha Vermelha - Livro 1
Páginas: 422
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O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe - e Mare contra seu próprio coração


" E vamos nos levantar, vermelhos como a aurora."


“ A Rainha Vermelha” é o primeiro livro da série distópica de mesmo nome escrito pela Victoria Aveyard e publicado no Brasil pela Editora Seguinte.

resenha a rainha vermelha victoria aveyard
Nesse mundo reorganizado, temos os vermelhos – a parte pobre, escravizada, condenada a viver com nada – e servir aos prateados – poderosos, não apenas financeiramente, mas através de poderes, repletos de força e manipulação. Em meio aos vermelhos, num pequeno vilarejo, teremos Mare Barrow, a irmã mais jovem de uma família pobre. Ladra, ela sofre pelos seus irmãos na guerra, pela pobreza de sua família e inveja a sua irmã, que se livrará do exército.

" Esta é a verdadeira distinção entre prateados e vermelhos:a cor do sangue. Esta única diferença os torna mais fortes, mais inteligentes e melhores que nós."
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Ela tem um melhor amigo, e quando uma série de fatos a leva a roubar num grande espaço dos prateados, sua vida mudará para sempre, com sua irmã ferida e uma oferta para trabalhar junto aos prateados.Numa festa, num momento de tensão, ela descobrirá que não é uma simples vermelha e sua vida mudará para sempre.
Seria cruel da minha parte, destilar muitos comentários sobre a história, já que uma das razões para gostar tanto dessa história for conhecer pouco dela. Mare Barrow me lembrou em muitos aspectos –positivos e negativos – Katniss Everdeen de Jogos Vorazes. Sua perspicácia, sua tendência a ser manipulada por todos que a rodeiam, seu bom coração, sua força, sua ousadia e sua confusão, seu lado mais guerreira que menina doce. Mare tem muito a crescer e evoluir ao longo da série, e torço para que Victoria Aveyard trabalhe nisso.
" Sou uma garota vermelha em meio a um mar de prateados."
Além disso, adorei todos os demais personagens – os príncipes, Maven e Cal – a família real, os demais prateados, a organização dos mesmos. Foi interessante da autora nos apresentar os dois lados da moeda. O mais interessante desse livro seja a humanidade de todos os personagens, onde os vilões não são sempre vilões e os mocinhos também não.
Numa narrativa repleta de reviravoltas e fluidez, Victoria Aveyard nos guia por esse primeiro volume de “ A Rainha Vermelha” de forma viciante, com ação, toques leves e sutis de romance, inúmeras questões políticas e reflexões até um dos melhores plot twists que já li. Não esperava nada do que ocorreu, mas ainda assim, todas as dicas e peças se encaixam.
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Assim como é comum nos primeiros livros de séries, senti falta de saber mais detalhes e explicações desse universo criado pela autora, e embora “ A Rainha Vermelha” tenha me lembrado em inúmeros aspectos a trilogia “ Jogos Vorazes”, ainda assim foi capaz de me ganhar como leitora.

Desta forma, “ A Rainha Vermelha” solidificou meus sentimentos para com a distopia, me mantendo num nível eletrizante e nos fazendo refletir sobre as críticas sociais e políticas propostas. 

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2 comentários:

  1. A vida de Mare Barrow não está nada boa, uma vez que ela não faz parte dos que tem o sangue prateado!! Ela tem que roubar para ajudar a sua família!! Porém, apesar de ela não ter o sangue prateado, ela tem poderes? Mas como isto é possível?

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  2. Oi Ana,
    Adorei a resenha, quero muito ler esse livro, tem pessoas que falam mal e outras que falam muito bem, então por esse motivo minha curiosidade aumenta demais. Acho que por ser o primeiro livro você esteja que esse sentimento.
    Beijos,
    Garota Perdida nos Livros

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