26 abril 2017

Resenha: Namorado de Aluguel - Kasie West

Editora: Verus
Autor(a): Kasie West
Título Original: The Fill-In Boyfriend
Páginas: 250
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Quando Bradley, o namorado de Gia Montgomery, termina com ela no estacionamento do baile de formatura, ela precisa pensar rápido. Afinal, ela vem falando dele para suas amigas há meses. Esta era para ser a noite em que ela provaria que ele não é uma invenção de sua cabeça. Então, quando vê um garoto esperando pela irmã no estacionamento do baile, Gia o recruta para ajudá-la. A tarefa é simples: passar por namorado dela — apenas duas horas, nenhum compromisso, algumas mentirinhas. Depois disso, ela pode tentar reconquistar o verdadeiro Bradley. O problema é que, alguns dias depois do baile, não é em Bradley que Gia está pensando, mas no substituto. Aquele cujo nome ela nem sabe. Mas localizá-lo não significa que o relacionamento de mentira deles acabou. Gia deve um favor a esse cara, e a irmã dele tem a solução perfeita: a festa de formatura da ex-namorada dele — apenas três horas, nenhum compromisso, algumas mentirinhas. E, justamente quando Gia começa a se perguntar se pode transformar seu namorado falso em real, Bradley reaparece, expondo sua farsa e ameaçando destruir suas amizades e seu novo relacionamento. Inteligente e maravilhosamente romântico, Namorado de aluguel retrata a jornada inesperada de uma garota para encontrar o amor — e possivelmente até a si mesma.


“Namorado de Aluguel” é um young adult escrito pela Kasie West e publicado pela Editora Verus.

Teremos a história de Gia, uma menina que no dia do baile da escola tem o namoro terminado pelo namorado em pleno estacionamento da escola. E então ela tem que pensar rápido, e vê um menino que pode ser ideal para fingir que é o Bradley, seu ex-namorado,já que ela precisa apresentar o namorado para as amigas e o estranho topa. O que acontece quando o baile acaba, ela nunca mais verá o estranho e ela tiver que lidar com suas amigas, sua dor, os pensamentos sobre um menino que não é o seu namorado?
Tive muita dificuldade de me conectar com o “drama” da protagonista, de precisar provar as suas amigas  a existência do seu namorado – já que elas nunca tinham o visto e não acreditavam em sua existência – naquela insegurança típica da idade, mas ainda assim, me soou mesquinho e egoísta, chamar um estranho para ajuda-la.
O romance começa a surgir aos poucos, e embora o livro possua uma narrativa leve e despretensiosa em primeira pessoa, Gia demora a perceber que ela tem uma vida sem grandes problemas e traumas, mas com comportamento ruins e amigas complicadas.
Admito que ela cresce e evolui ao longo do livro, em grande parte pelo mocinho que é muito descente e fofo e pela sua irmã que dá várias “patadas”, porém, não sei exatamente porque, esperava mais profundidade sobre diversos pontos que Kasie West propôs. Espera que ela trabalhasse melhor questões como superficialidade e aparência, sobre auto descoberta.

No fim, apesar de ser um livro divertido, leve, fofo e romântico – com uma capa linda - se mostrou um clichê sem nada além do clichê. 
25 abril 2017

Primeiras Impressões: Ácido Doce e Brilho do Sol

Oi, gente! Como vocês estão?
Hoje trago a vocês as minhas primeiras impressões desses dois lançamentos da Editora Xeque-Mate. Vamos conferir?

O livro começa com o jovem Alejandro, aos 17 anos que não conseguiu se declarar para a garota que ele gosta, Lívia, antes dela viajar.
E então, anos depois teremos o jovem Alejandro, ambicioso e ganancioso -além de corrupto. E teremos uma moça que também não é flor que se cheire, Eveline.
Nessas primeiras páginas do romance, me deparei com uma narrativa bem fluida, embora por ser de um autor masculino, com menos floreios que o costume. Talvez, por ser uma narrativa mais direta e objetiva com a personalidade bem errada dos protagonistas. Gostei desse contraponto.
Essas primeiras 50 páginas me deixaram curiosa para saber o que teremos para frente, comecei a criar algumas suspeitas e vocês podem conferir um pouco mais sobre a sinopse, o autor e tudo mais no site da editora.



Brilho do Sol é uma cidade no sertão do Brasil que será plano de fundo da história de João, um homem que mudará a realidade dessa cidade. Filho de Ana e Teodoro, um casal iluminado e que se ama, teremos as dores e as tristezas da seca, da fome, da amargura da pobreza.

O livro é escrito de uma forma poética, envolvente e com todo aquele regionalismo. Ana é tão alegre e Teodoro tão trabalhador e cercado de pessoas que os admiram e invejam.

Essas primeiras impressões me ansiaram por confrontar com essa realidade tão nossa e tão pouco explorada.

E foram essas as minhas primeiras impressões desses dois lançamentos da Editora Xeque-Matte, lembrando que leitores do blog tem 5% de desconto na compra de livros da Editora no site deles(http://www.editoraxequematte.com.br/loja) com o cupom: UMLIVROENADAMAIS5

O que acharam dessa história? Qual te interessou mais? 
24 abril 2017

Resenha: A Menina Que Roubava Livros - Markus Zusak


Editora: Intrínseca
Autor(a): Markus Zusak
Título Original: The Book Thief
Páginas: 478
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A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, porém surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente - a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los em troca de dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. Essa obra, que ela ainda não sabe ler, é seu único vínculo com a família. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a cumplicidade do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que a ensina a ler. Em tempos de livros incendiados, o gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. A vida na rua Himmel é a pseudorrealidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um jovem judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela história. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa desse duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto.


" Vi três vezes a menina que roubava livros."
“ A menina que roubava livros” escrito pelo Markus Zusak é a prova impar que alguns livros tem um momento certo para ser lido. Anos atrás, não consegui ler mais de dois capítulos, impulsionada pelo filme sensacional, me entreguei a narrativa da Morte e compreendi o amor que muitos tem.


O livro é narrado pela Morte, em terceira pessoa, de forma inusitada e diferente conhecemos Liesel, uma menina que a morte encontrará em vários momentos. Ela é afastada de sua mãe durante a Segunda Guerra Mundial e acaba, num momento triste de sua vida, se vendo cercada de situações complicadas. Uma mãe que não é sua e ríspida, agressiva, um pai que é bondoso, uma escola assustadora para quem não sabe ler e um amigo que será a sua melhor companhia, Rudy.
" Viu? Até a morte tem coração."
23 abril 2017

Promoção: Sou de Outra Época

Em parceria com nove blogs, o Seja Cult organizou um sorteio especial romances históricos. São 10 livros divididos em dois kits. As regras são simples, mas leiam com atenção, inclusive o regulamento.

Boa sorte a todos e participem muito!!!!


Sorteio: Sou de outra Época

Prêmios: dois vencedores vão levar cinco livros cada.

Regras: Nenhuma entrada é obrigatória, mas a sorteada em cada kit será conferida.


Kit 1

Pode beijar a Noiva: No Universo da Literatura
Quando a Bela domou a Fera: Ler para Divertir
Segredos de um Pecador: Estante Diagonal
A dama de Papel: Maluca por Romances
Ousada Debutante: Escuta Essa

22 abril 2017

5 artistas que você tem que ouvir


Oi, gente! Como vocês estão?
Esse é o primeiro post, em 4 anos de blog, sobre música. Não me considero uma pessoa tão apegada a música assim, gosto de ouvir em viagens, trabalhando no blog, lendo, mas não transformo músicas em momentos, em pessoas. Tenho um gosto bem diversificado, embora não escute e não goste de muitos gêneros, então pensei em mostrar para vocês os artistas que estão sempre na minha playlist.


Engenheiros do Hawaii/Humberto Gessinger


Engenheiros/HG é paixão antiga. Meu pai sempre gostou de ouvir e num aniversário dele, minha mãe deu o disco do " Acústico MTV" com todos os grandes clássicos dessa banda de rock da década de 80. Eu ouvia com meu pai e meu irmão até gravar e me apaixonar pelas letras repletas de poesia.

" Muito prazer, ao seu dispor, se for, por amor às causas perdidas..." ( Dom Quixote - Engenheiros do Hawaii)

E com o trecho acima, temos a música da minha vida, aquela que você se identifica e que você sabe que te representa. Há quatros anos atrás, tive o prazer de ir ao primeiro show dele com meu irmão e a paixão cresce exponencialmente. Humberto Gessinger, além de harmonias sensacionais, faz composições incríveis e comoventes. Ele me inspira com sua brincadeira com palavras, com lições e frases que me marcaram a vida.

" Há sempre uma história infeliz, esperando um ator e uma atriz..." ( Filmes de Guerra, Canções de Amor - Engenheiros do Hawaii)

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